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Inflação em Salvador supera média nacional em fevereiro, impulsionada por alimentos e energia

E A inflação em Salvador ficou acima da média nacional (1,31%) em fevereiro, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE. A capital baiana registrou a 9ª maior alta entre as 16 áreas pesquisadas, com os preços dos alimentos sendo os principais responsáveis pelo aumento. O café moído teve um reajuste de 18,92%, enquanto os ovos subiram 17,83%, tornando-se dois dos itens que mais pressionaram o custo de vida na região.

Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a inflação acelerou para 1,38% no último mês, atingindo o maior nível para fevereiro em nove anos. No acumulado do ano, a alta já chega a 1,76%, superando o índice nacional (1,47%). Nos últimos 12 meses, a inflação na região alcançou 5,37%, a 5ª maior do país.

Além da alimentação, o setor de habitação teve forte impacto, registrando um aumento de 5,30%, o mais elevado em quase três décadas. A energia elétrica subiu 17,38%, influenciada pelo fim do Bônus de Itaipu, que havia reduzido as tarifas em janeiro. O gás de botijão também teve alta, com reajuste de 2,41%.

A inflação em Salvador ficou acima da média nacional (1,31%) em fevereiro, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE. A capital baiana registrou a 9ª maior alta entre as 16 áreas pesquisadas, com os preços dos alimentos sendo os principais responsáveis pelo aumento. O café moído teve um reajuste de 18,92%, enquanto os ovos subiram 17,83%, tornando-se dois dos itens que mais pressionaram o custo de vida na região.

Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a inflação acelerou para 1,38% no último mês, atingindo o maior nível para fevereiro em nove anos. No acumulado do ano, a alta já chega a 1,76%, superando o índice nacional (1,47%). Nos últimos 12 meses, a inflação na região alcançou 5,37%, a 5ª maior do país.

Além da alimentação, o setor de habitação teve forte impacto, registrando um aumento de 5,30%, o mais elevado em quase três décadas. A energia elétrica subiu 17,38%, influenciada pelo fim do Bônus de Itaipu, que havia reduzido as tarifas em janeiro. O gás de botijão também teve alta, com reajuste de 2,41%.

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