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PIX ganha novas regras e amplia proteção contra fraudes

O Banco Central implementou mudanças importantes no PIX, que passam a valer de forma obrigatória a partir da segunda-feira (2). A novidade fortalece os mecanismos de segurança e aumenta as chances de recuperação de valores em casos de fraude ou falhas operacionais.

O que muda com o novo MED 2.0

As instituições financeiras agora devem adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED). Diferente do modelo anterior, que só permitia o estorno se o dinheiro permanecesse na conta usada no golpe, o novo sistema consegue rastrear os recursos mesmo após transferências para outras contas.

Essa atualização dificulta a ação dos criminosos, que costumam movimentar rapidamente os valores desviados, e amplia as possibilidades de bloqueio e devolução às vítimas.

  • Maior eficiência no rastreamento das transações suspeitas.
  • Identificação de contas ligadas a esquemas fraudulentos, evitando que sejam reutilizadas em novos golpes.
  • Compartilhamento de informações entre bancos, fortalecendo a rede de proteção.
  • Resposta mais rápida às solicitações de contestação feitas pelos clientes.

Contestação simplificada

Desde outubro de 2025, os bancos já são obrigados a disponibilizar nos aplicativos uma ferramenta automática para contestar transações via PIX, sem necessidade de atendimento humano. Agora, com o MED 2.0, esse processo ganha mais agilidade e eficiência, oferecendo maior segurança para milhões de usuários que utilizam o sistema diariamente.

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