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Semana Santa: como escolher peixe fresco com segurança e qualidade

Durante a Semana Santa, o consumo de peixe aumenta nas mesas das famílias brasileiras, especialmente entre os católicos. Mas para garantir uma refeição saborosa e segura, é essencial ter atenção na hora da compra do pescado.

A professora do curso de Nutrição da Unijorge, doutora em Ciências de Alimentos, Renata Oliveira, alerta que o consumidor deve avaliar desde o local da venda até o armazenamento do produto.

Como identificar peixe fresco

  • O ambiente de venda deve estar limpo e livre de moscas.
  • O manipulador deve usar vestimenta adequada e não manusear dinheiro e alimento ao mesmo tempo.
  • O peixe precisa estar em temperatura fria, conservado em gelo ou freezer.
  • A pele e as escamas devem ser brilhantes e bem aderidas.
  • As guelras devem estar úmidas e intactas.
  • Os olhos devem ser vivos e brilhantes, preenchendo toda a órbita.
  • O odor deve ser característico de frescor, sem cheiro desagradável.

Riscos da má conservação

Se o peixe não estiver em boas condições, há risco de contaminação por bactérias como Aeromonas sp., que pode causar diarreia, infecções de pele e ouvido, necrose e septicemia. Outras bactérias perigosas incluem Salmonella spp., Escherichia coli, Listeria monocytogenes, Campylobacter jejuni, Staphylococcus aureus e Vibrio cholerae, capazes de provocar complicações graves e até morte em alguns casos.

Orientação da especialista

“É fundamental ser criterioso na escolha para levar à mesa um produto de qualidade e celebrar a Semana Santa sem preocupações”, recomenda Renata Oliveira.

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